Veja as notas das escolas de samba do Grupo Especial e da Série A do Rio

A apuração das notas do carnaval 2018 do Rio de Janeiro ocorreu na tarde de hoje (14), na Marquês de Sapucaí. A grande campeã foi a Beija-Flor, com 269,6 pontos.


Em uma disputa apertada, a campeã ficou apenas um décimo à frente da segunda colocada, a Paraíso do Tuiuti (269,5).

As escolas Grande Rio (266,8) e Império Serrano (265,6) foram rebaixadas para o Grupo de Acesso.

Veja o resultado final da apuração:

1º Beija-Flor de – 269,6

2º Paraíso do Tuiuti – 269,5

3º Salgueiro – 269,5

4º Portela – 269,4

5º Mangueira – 269,3

6º Mocidade – 269,3

7º Unidos da Tijuca – 269,1

8º Imperatriz – 268,8

9º Vila Isabel – 268,1

10º União da Ilha – 267,3

11º São Clemente – 266,9

12º Grande Rio – 266,8

13º Império Serrano – 265,6



Série A

A escola rebaixada à série B foi a Acadêmicos do Sossego, com 263,7.

Confira a colocação da Série A:

1- Viradouro – 269,7 (sobe para o Grupo Especial)

2- Unidos de Padre Miguel – 269,4

3- Porto da Pedra – 269,0

4- Inocentes de Belford Roxo – 268,2

5- Acadêmico do Cubango – 268

6- Estácio de Sá – 267,5

7- Império da Tijuca – 267,4

8- Alegria da Zona Sul – 266,2

9- Renascer de Jacarepaguá- 266,2

10- Acadêmicos de Santa Cruz – 265,7

11- Acadêmicos da Rocinha – 265,4

12-Unidos de Bangu – 264,3

13- Acadêmicos do Sossego – 263,7 (rebaixada à Série B)

Viradouro ganha título e volta ao grupo especial do carnaval do Rio de Janeiro

A escola de samba Unidos do Viradouro, de Niterói, é a campeã do grupo da Série A do Carnaval do Rio de Janeiro. Com o título, a agremiação ganha o direito de voltar a desfilar no grupo Especial em 2019. O segundo lugar ficou com a escola Unidos de Padre Miguel e o terceiro com a Unidos do Porto da Pedra.


Com o enredo Vira a cabeça, pira o coração! Loucos gênios da criação! , a escola decidiu falar das loucuras e das criações de grandes gênios da história que conseguiram deixar grandes legados como a energia e a aviação. A Unidos de Padre Miguel teve como tema neste ano O Eldorado submerso: delírio tupi-parintintin, que levou para a Marquês de Sapucaí a cultura indígena.

Já a Porto da Pedra trouxe para avenida o enredo Rainhas do Radio – Nas ondas da Emoção, o Tigre coroa as divas da canção!, em homenagem às dez cantoras que foram eleitas Rainha do Rádio, em concurso que ganhou mais notoriedade quando começou a ser realizado pela Rádio Nacional.

Beija-Flor é a campeã do carnaval do Rio de Janeiro

A escola de samba campeã do carnaval de 2018 no Rio de Janeiro é a Beija-Flor de Nilópolis. A escola apresentou o enredo “Monstro é aquele que não sabe amar. Os filhos abandonados da pátria que os pariu”, baseado no livro de terror Frankenstein, de autoria de Mary Shelley, que completou 200 anos.


Na obra, um cientista dá vida a uma criatura construída com partes de pessoas mortas, tornando-se uma figura feia. No desfile, a figura foi usada para críticas a problemas sociais como corrupção e desigualdades.

Em uma disputa apertada, a campeã ficou apenas um décimo à frente da segunda colocada, a Paraíso do Tuiuti.

As escolas de samba foram avaliadas em nove quesitos: alegorias e adereços, bateria, fantasia, samba-enredo, comissão de frente, evolução, harmonia, mestre-sala e porta-bandeira e enredo.

Escola vencedora do carnaval do Rio será conhecida hoje

A abertura dos envelopes com as notas das escolas de samba do grupo especial do carnaval do Rio de Janeiro ocorrerá na tarde de hoje, a partir das 15h30, na Praça da Apoteose, no Sambódromo.

Antes da leitura das notas, o presidente da Liga das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa), Jorge Castanheira, fará um sorteio para definir a ordem de leitura dos quesitos.

O último quesito sorteado será o primeiro para fazer o desempate entre duas ou mais agremiações que obtiveram a mesma pontuação.

De acordo com a Liesa, as seis primeiras classificadas voltarão a se apresentar no Sambódromo no sábado (17), no desfile das campeãs. As duas últimas colocadas caem para o grupo de acesso.

São Paulo

Nessa terça (13) foi conhecida a escola vencedora das escolas de samba de São Paulo, A escola Acadêmicos do Tatuapé foi a grande campeã, conquistando o título pelo segundo ano seguido.

A escola apresentou na avenida o enredo Maranhão, os Tambores vão Ecoar na Terra da Encantaria, que contou a história do estado a partir das particularidades de seu povo, da riqueza cultural e das belezas naturais.

As notas foram lidas no Sambódromo do Anhembi. O vice-campeonato ficou com a Mocidade Alegre com um enredo sobre a cantora Alcione. Celebrando os 70 anos da “Marrom”, o samba-enredo Alcione: a Voz Marrom Que Não Deixa o Samba.

Na última e penúltima colocação, as escolas Unidos do Peruche e Independente Tricolor foram rebaixadas para o Grupo de Acesso.

O desfile das campeãs das escolas de samba de São Paulo ocorrerá nesta sexta-feira (16).

União da Ilha, Salgueiro e Beija-Flor empolgam o público na Sapucaí

Com um tom crítico, a Beija-Flor encerrou os desfiles das escolas de samba do Grupo Especial no início desta terça-feira (13). Além empolgar o público nas arquibancadas e frisas do Sambódromo, quando as últimas alas deixavam a passarela a pista foi invadida e uma multidão foi atrás da azul e branco de Nilópolis, da Baixada Fluminense.


A Beija-Flor defendeu o enredo Monstro é aquele que não sabe amar, os filhos abandonados da pátria que os pariu, criado pelo coreógrafo da comissão de frente Marcelo Misailidis, baseado no livro de terror Frankenstein, de autoria de Mary Shelley. “A crítica é sobre a ambição e a ganância desmedida do ser humano, que levam as pessoas a se perderem de si mesmo. É um enredo auto-reflexivo também, não é só voltado para a questão política ou da ganância econômica. É também auto-reflexivo sobre o processo das corrupções em geral e até sobre as questões ecológicos que precisam ser pensadas”, disse à Agência Brasil.

Na obra, que agora completa 200 anos, um cientista dá vida a uma criatura construída com partes de pessoas mortas, tornando-se uma figura feia. Depois de rejeitada pelo criador, ela vaga em busca de companhia. E no desfile, a figura foi usada para um dos momentos de crítica no carro com o título de A Intolerância. Além de trazer a cantora Pabllo Vittar na frente, no meio da alegoria uma cabeça enorme de Frankenstein, se desfazia em fatias onde se lia embaixo palavras como racismo, feminicídio, ódio, discriminação, preconceito e xenofobia.

Em outra parte do desfile, criticando a corrupção, uma ala fez uma encenação de um banquete com homens e mulheres. Os homens estavam de terno preto com um pano branco na cabeça, lembrando o episódio chamado de Farra dos Guardanapos, que ocorreu em setembro de 2009 e foi exposto ao conhecimento público por meio de fotos. Naquele momento Sérgio Cabral, então governador do Rio de Janeiro, e seus assessores participavam de uma comemoração com empresários brasileiros e franceses.


Na alegoria O Abandono, a Beija-Flor mostrou várias cenas entre simulações de assaltos e de violência nas escolas em que alunos levam armas para as salas de aula. E no fim mais uma encenação, os integrantes da ala vestidos com roupas comuns do cotidiano simularam arrastões, mortes pela violência e estamparam mensagens como “quero mais emprego”, “chega de bala perdida” e “cuidar das crianças é cuidar do futuro !!!”

Salgueiro

O público também respondeu bem à passagem do Salgueiro, que homenageou as mulheres guerreiras africanas e em diversas atividades. A comissão de frente da escola emocionou boa parte do público. Os componentes executaram a coreografia do casal Hélio e Beth Bejani, que estão no Salgueiro há 12 anos, e arrancou aplausos, principalmente quando representavam o momento do nascimento de uma criança negra, em uma alusão à fertilidade. Os integrantes saíam de uma alegoria no formato de uma cabaça e após ser dividida em fatias, os componentes apareciam para o público. “Aquilo me arrepiou desde a primeira vez que a gente ensaiou. É nascimento. É vida”, apontou Hélio.

“Tudo que se passava na escola a gente contou na comissão de frente. Emoção. Foi criada para emocionar e se era para o público gritar, a gente fez”, completou.

Os 15 integrantes precisaram passar por uma preparação de maquiagem que começou na tarde de domingo (11). Eles receberam um produto para ficar com toda a pela negra. “Fizemos várias misturas para que não saíssem. A gente fez vários testes e de acordo com isso a gente pesquisou qual seria a melhor maquiagem. Tinha que ser resistente à chuva, ao suor. Tinha que ser à prova de qualquer coisa”, disse a maquiadora Suzana Caneca, acrescentando que as mulheres tiveram ainda uma preparação para esconder o cabelo e parecerem carecas. Cinco dos integrantes estavam vestidos com roupas de orixás e outros de guerreiros.

O primeiro carro, o Eden Africano, todo vermelho, levou para a avenida mulheres grávidas. “Eu sou uma delas. Estou sem palavras, foi muito lindo. Foi uma experiência que vai ficar na minha memória para sempre. Quando meu filho nascer vou contar para ele. Ele já tem história”, disse Pamela Oliveira, de 20 anos, que está com seis meses de gravidez do Anthony.



Para Pamela, a intenção era mostrar também que mulher grávida não é tão frágil, como se pode pensar. Lembrou que algumas trabalham até os 9 meses e isso, para ela, significa uma forma de independência e de garantir direitos que são negados às mulheres. “Em uma época que a gente está discutindo tanto igualdade entre homem e mulher, acho muito justo esse samba”, disse.

Portela

No enredo De Repente de Lá Pra Cá e Dirrepente de Cá Pra Lá, a Portela, que foi a segunda a se apresentar no Sambódromo, levou a águia, o seu símbolo, já no abre alas. Na frente da escola estavam também dois personagens que fazem parte da história da escola. O cantor e compositor Monarco e a cantora Tia Surica.

A escola contou a história dos imigrantes judeus que tiveram que sair de Portugal por perseguição religiosa e se instalaram, onde inauguraram no Recife, em Pernambuco, a sinagoga Kahal Zur Israel, a primeira das Américas. Mas também precisaram deixar o local após a retomada da área por portugueses. Foram para Nova Amsterdã, que mais tarde se transformou em Nova York. A escola abordou também a intolerância contra a imigração.

A carnavalesca Rosa Magalhães, como costuma fazer, veio meio escondida em um carro alegórico, sentada em um bote ao lado da alegoria de uma caravela que simbolizava a viagem dos imigrantes. Por estar em uma das alegorias não pôde ter noção de como tinha sido o desfile na sua totalidade, mas a recepção do público ela sentiu que foi boa. “Graças a Deus”, indicou após ser ajudada a sair do bote.

Ao chegar na Praça da Apoteose, no fim da passarela, a Portela foi ovacionada com gritos de campeã pelo público das arquibancadas dos setores 6 e 13, que são populares. Se conquistar o título a escola será bicampeã. No ano passado dividiu o campeonato com a Mocidade Independente.

União da Ilha

O desfile da União da Ilha trouxe de volta para o Grupo Especial a alegria contagiante que a caracterizou em carnavais passados. O último carro, intitulado Ilha prepara a mesa do bar, faz a festa, estava com um time dos melhores chefes de cozinha que trabalham no Brasil. O chefe Claude Troisgros se emocionou de ver a culinária brasileira na avenida. “Foi maravilhoso, deu uma alegria representar a culinária brasileira no carnaval do Rio de Janeiro, que é o melhor do Brasil. É uma honra, estou muito emocionado com isso”.


A chefe Kátia Barbosa disse que passar na avenida deu o mesmo prazer com que preparam os seus pratos, principalmente os de comida brasileira. “E isso foi bom também para divulgar o que se faz no Brasil. É isso que a gente precisa valorizar todos os dias, a comida brasileira. As pessoas conhecem mais pratos estrangeiros do que os nossos. O que a gente quer é isso, que as pessoas conheçam, amem a comida brasileira como a gente ama”, disse.

As alegorias da União da Ilha mostraram diversos aspectos da culinária nacional e suas influências, como as que ocorreram com a dos negros e dos indígenas. Mas teve ainda o momento das sobremesas. Conforme os carros iam passando, chegavam, com eles, os cheiros. No que mostrava o cacau, claro, o aroma de chocolate ficou no ar. Mas a escola teve um momento especial de muita interação com o público. Foi com a bateria comandada pelo Mestre Ciça, que durante o desfile fez várias paradinhas com mudança nos ritmos e separando os naipes dos instrumentos. O público foi ao delírio em todas as vezes que isso aconteceu.

Atendimento

Os sete postos médicos montados pela Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro no Sambódromo atenderam 392 foliões, até as 2h de hoje (13), durante a segunda noite de desfiles das escolas de samba do Grupo Especial.


De acordo com informação da secretaria, a maioria dos casos foi de pessoas com mal estar geral provocado pelo forte calor, crises hipertensivas, pequenas entorses e intoxicação pelo excesso de álcool. Do total de atendidos, dez tiveram que ser transferidos para unidades da rede hospitalar da prefeitura carioca.

Os postos médicos iniciaram seu funcionamento às 16h de segunda-feira (12) e só encerraram após a passagem da última escola de samba. O esquema especial de atendimento prossegue hoje (13) e termina no sábado (17) do desfile das campeãs do carnaval 2018.

O atendimento especial conta com mais de 200 profissionais de saúde e 15 ambulâncias UTI, com equipes de saúde distintas das equipes dos postos. As transferências são coordenadas pela Central Municipal de Regulação.

Cerca de 80 blocos animam foliões no último dia de carnaval no Rio

Entre os 80 blocos de rua que se apresentam nesta terça-feira (13) no Rio de Janeiro, vários já desfilaram pelo menos uma vez no carnaval deste ano, como o Bloco das Carmelitas, o da Inválidos, e a Banda de Ipanema. Outros, como o tradicional Empurra que Pega e Orquestra Voadora, se apresentam pela primeira vez no Carnaval 2018.

Um dos destaques da programação a Orquestra Voadora é, na verdade, uma banda formada no Rio em 2008 e tem entre seus integrantes músicos que se apresentavam em diversos blocos carnavalescos do Rio de Janeiro. Decididos a inovar no repertório, passaram a misturar as tradicionais marchinhas com sambas, rock’n roll, trilhas sonoras de filmes e desenhos animados e música pop em geral.

O bloco desfila desde 2008, sempre no Aterro do Flamengo, encerrando a sua apresentação no jardim do Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro. Com o sucesso dos desfiles, a banda passou a se apresentar também fora do período de carnaval, até mesmo em outras cidades do Brasil e no exterior.

Veja a programação dos blocos para o último dia de carnaval no Rio:

Carmelitas
Largo do Curvelo, Santa Tereza
Horário: 8h

Bloco da Gold / Giro do Arar
Avenida Presidente Antonio Carlos em frente ao Terminal Menezes Cortes, centro
Horário: 9h

Cheiro na Testa
Largo dos Guimarães, Santa Teresa
Horário: 11h

Dragões da Riachuelo
Rua do Senado, centro
Horário: 14h30

Banda da Amizade
Rua Tadeu Kosciusko, Lapa
Horário: 15h

Embalo de Santa Tereza
Largo da França, Santa Teresa
Horário: 15h

Bambas do Curuzu
Rua Curuzu, 87, Catete
Horário: 16h

Banda das Quengas
No meio da Washington Luiz, Lapa
Horário: 16h

Enxota que Eu Vou
Praça Tiradentes, centro
Horário: 16h

Banda da Inválidos
Rua dos Inválidos, entre Mem de Sá e Henrique Valadares, Lapa
Horário: 16h30

Bloco dos Primos
Praça Ex-Combatentes, Paquetá
Horário: 17h

Fecha Bar
Praça José Bonifácio, Paquetá
Horário: 18h

Zona sul

A Rocha da Gávea
Praça Santos Dummont, Gávea
Horário: 8h

Vagalume O Verde
Rua Jardim Botânico com Pacheco Leão, Jardim Botânico
Horário: 8h

Rio Maracatu
Posto 8, Ipanema
Horário: 8h

Bagunça meu Coreto
Praça São Salvador, Laranjeiras
Horário: 9h

Sobrinhos do Tio Bio
Posto 12, Leblon
Horário: 9h

Cardosão de Laranjeiras
Rua Cardoso Junior com Rua das Laranjeiras, Laranjeiras
Horário: 11h

Orquestra Voadora
Aterro do Flamengo, altura da Praça Luis de Camões – Coreto Modernista, Aterro
Horário: 13h

Mocidade Dependente de Deus
Praia do Flamengo, em frente ao número 72, Flamengo
Horário: 14h

É Tudo ou Nada?
Estacionamento da Cobal do Humaitá , Humaitá
Horário: 12h

Empurra Que Pega do Leblon
Avenida Delfim Moreira, Leblon
Horário: 13h

Largo do Machado, Mas Não Largo do Copo
Largo do Machado, Catete
Horário: 14h

Último Gole
Parque dos Patins, Lagoa
Horário: 14h

Banda do Peru Pelado
Rua República do Peru, Copacabana
Horário: 15h

Meu Bem, Volto Já!
Avenida Princesa Isabel, esquina com a Rua Barata Ribeiro, Leme
Horário: 15h

Clube do Samba
Avenida Atlântica, entre a Rua Sá Ferreira e a Rua Almirante Gonçalves, Copacabana
Horário: 15h

Bloco do UHH!
Praca Serzedelo Correa, Copacabana
Horário: 15h

Bambas do Catete
Praça do Poeta, Catete
Horário: 15h

Banda de Ipanema
Rua Jangadeiros, esquina com Gomes Carneiro, Ipanema
Horário: 15h

Cabeça de Chave
Rua Duvivier, 40, Copacabana
Horário: 16h

Banda da Glória
Rua da Glória,180, Glória
Horário: 16h

Cachorro Cansado
Praça José de Alencar, Flamengo
Horário: 16h

Bicho Solto com Desculpa Pra Beber
Estacionamento do Cobal do Humaitá, Humaitá
Horário: 17h

Associação Amigos da Sueca da Pedro Américo (Aspa)
Rua Pedro Américo, 371, Catete
Horário: 17h

Chifrorosso
Rua 2, Rocinha
Horário: 19h

Grande Tijuca

Quero Exibir meu Longa
Praça Gabriel Soares, Tijuca
Horário: 10h

Se Me Der, Eu Como
Praça da Medalha Milagrosa, Tijuca
Horário: 14h

Mulheres da Vila
Avenida 28 de Setembro, esquina com Gonzaga Bastos, Vila Isabel
Horário: 15h

Banda do Largo da Segunda Feira
Rua Conde de Bonfim, 25, Tijuca
Horário: 15h

Banda Haddock
Rua Afonso Pena, em frente ao número 10, Tijuca
Horário: 16h

Banda da Saens Peña
Rua Desembargador Izidro, nº 4, Tijuca
Horário: 16h

Banda do Andaraí
Rua Maxwell, 542, Andaraí
Horário: 16h

Cata Latas do Grajaú
Praça Nobel, Tijuca
Horário: 18h

Barra, Recreio e Jacarepaguá

Banda da Nega
Avenida Lucio Costa, 6200, Barra
Horário: 14h

Bloco dos Cachaças
Avenida Lúcio Costa, em frente ao número 3.604, no Calçadão, Barra
Horário: 14h

Deita. Mas não Dorme
Rua Caituba, Taquara
Horário: 14h

Só Te Pegando
Avenida Lúcio Costa, na altura do Posto 5, Barra
Horário: 15h

Gambá Cheiroso
Rua Bruno Giorgi, Jacarepaguá, s/n – Anfiteatro
Horário: 16h

Zona Norte

Tudubloco
Parque Madureira, Madureira
Horário: 10h

Raízes da Vila da Penha
Rua São João Gualberto, Vila da Penha
Horário: 13h

Meu Peru é Seu
Rua Padre Manuel da Nóbrega, Piedade
Horário: 20h

Ninho dos Cobras
Rua Carvalho de Souza, embaixo do Viaduto de Madureira, Madureira
Horário: 13h

Vem Comigo da Vila Kosmos
Rua Itacambira, esquina com Avenida Meriti, Vila Kosmos
Horário: 14h

Baile do Negrão
Viaduto Negrão de Lima, Madureira
Horário: 15h

Birita mas Num Cai
Bar do Julio Fragoso, Madureira
Horário: 15h

Acadêmicos do Engenho de Dentro
Rua Venâncio Ribeiro, nº 585, Engenho de Dentro
Horário: 16h

Bloco do Limão do Jardim América
Praça Rivadavia C Maia, Jardim América
Horário: 16h

Canela Fina
Rua Pedro Reis,Quintino
Horário: 16h

Amigos da Esquina de Madureira – Fla Esquina
Praça de Magno, Madureira
Horário: 16h

Bonecas Deslumbradas de Olaria
Rua Conselheiro Paulino, 567, Olaria
Horário: 16h

Boi de Anchieta
Praça Nazaré, Anchieta
Horário: 16h

Banda da Penha
Largo da Rua Couto, Penha
Horário: 16h

Unidos do Complexo do Alemão
Rua Nova Brasília, Bonsucesso
Horário: 17h

Cornos & Simpatizantes
Avenida dos Democráticos, 112, Manguinhos
Horário: 17h

Cantinho do Urubu
Estrada da Portela, em frente ao número 350, Madureira
Horário: 20h

Ilha do Governador

Batuke de Batom
Praça Iaiá Garcia, Ribeira
Horário: 10h

Alegria do Guarabu
Rua Luis Gomes (Pedreira), Jardim Carioca
Horário:: 13h

Tribo Cacuia
Estrada do Cacuia c/ Estrada do Galeão
Horário: 16h

Amigos da Onça
Praça Manoel Bandeira, Cocotá
Horário: 17h

Block´n Roll
Praça Iaiá Garcia, Ribeira
Horário:17h

Zona oeste

Muceludos de Padre Miguel
Rua Pedro Melo, 579, Padre Miguel
Horário: 14h

Banana com Queijo
Rua Tecobé, Realengo
Horário: 15h

Caldeirão do Coqueiro
Praça do Coqueiro, Santíssimo
Horário: 16h

Bloco do Galho
Rua Abílio Barreto (início), Guaratiba
Horário: 16h30

Bloco da Coroinha
Rua Barros de Alarcão – Praça São Pedro, Pedra de Guaratiba
Horário: 17h

Bafo do Peru
Rua Tapiranga (Largo), Padre Miguel
Horário: 17h

Banguçando o Coreto
Rua Abaeté, esquina com Rua Francisco Real, Bangu
Horário: 17h

Virilha de Minhoca
Rua Fonseca, 1078, Bangu
Horário: 18h

Bloco do Boi Só Falta Você
Rua Barros de Alarcão – Praça São Pedro, Pedra de Guaratiba
Horário: 18h

Confetes e Serpentinas
Praça Dr. Raul Capello Barrozom Pedra de Guaratiba
Horário: 19h

Amigos do Zé
Rua Beira Rio, em frente ao nº 1313, Cosmos
Horário: 19h

Bloco Boêmios do Catruz
Praça Dr. Raul Capello Barrozo, Pedra de Guaratiba
Horário: 21h

Sargento Pimenta é destaque na programação dos blocos do Rio nesta segunda

Mais de 70 blocos desfilam no Rio de Janeiro nesta segunda-feira (12) de carnaval. Entre os destaques estão o Sargento Pimenta, o Afroreggae, a Banda da Inválidos e o Afoxé Filhos de Gandhi, que faz seu segundo desfile no carnaval da cidade.


Fundado em 2010, o bloco Sargento Pimenta desfila no Flamengo, bairro da zona sul do Rio, atraindo milhares de pessoas desde o início da concentração, entre a Marina da Glória e o Museu de Arte Moderna (MAM), no Aterro do Flamengo.

O nome é uma referência ao álbum Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, dos Beatles. O repertório do bloco é formado principalmente por versões de canções da banda de rock inglesa, interpretadas com arranjos de samba, marcha, maracatu e outros ritmos brasileiros.

Depois da estreia em 2011, no bairro de Botafogo, o sucesso foi tão grande que o bloco passou a desfilar no Aterro do Flamengo. Em 2015 e 2016, o público foi calculado em 180 mil pessoas.

A Banda da Inválidos realizou o seu primeiro desfile em 1976 e desde então, a partir da sua concentração na Rua dos Inválidos, no centro, de onde sai pelas ruas da Lapa arrastando cerca de 3 mil pessoas, público esperado também para este ano. A partir da Inválidos, o bloco segue pela Rua Riachuelo, Lavradio e Mem de Sá, retornando para a Inválidos.

Veja a lista dos blocos que desfilam hoje:

Região central

Afroreggae
Presidente Antônio Carlos, Centro
Horário: 9h

Dinossauros Nacionais
Largo São Francisco de Paula, Centro
Horário: 12h

Sem Noção
Rua dos Arcos, em frente à Fundição Progresso, Lapa
Horário: 12h

Engata no Centro
Rua Ubaldino do Amaral, entre a Rua Carlos de Carvalho e a Rua do Senado, centro
Horário: 15h

Banda da Amizade
Rua Tadeu Kosciusko, Lapa
Horário: 15h

Associação Carnavalesca Infiéis
Largo Alexandre Herculano, centro
Horário: 16h

Bambas do Curuzu
Rua Curuzu, 87, Catete
Horário: 16h

Aconteceu
Rua Áurea, Santa Teresa
Horário: 16h

Picada de Primeira
Rua dos Arcos, 24 – em frente à Fundição Progresso, Lapa
Horário: 16h

Leão da Pedra
Rua Rego Barros, Santo Cristo
Horário: 16h

Banda da Inválidos
Rua dos Inválidos, entre Mem de Sá e Henrique Valadares, Lapa
Horário: 16h30

Estratégia
Largo São Francisco de Paula, Centro
Horário: 17h

Bloco da Colônia Z-3
Praia José Bonifácio, Paquetá
Horário: 17h

Zona sul

Sargento Pimenta
Aterro do Flamengo, entre o Mam e a Marina da Glória, Aterro
Horário: 8h

Batucada Abençoada
Em frente ao Forte de Copacabana, Copacabana
Horário: 8h

Bloco Virtual
Praça Almirante José de Noronha Leme
Horário: 8h30

Largo do Machadinho, Mas não Largo do Suquinho
Largo do Machado, Catete
Horário: 9h

Fica Comigo, Samba de Santa Clara e Pedacinho do Céu
Lagoa
Horário: 10h

Carvalho em Pé
Visconde de Caravelas, 22, Botafogo
Horário: 10h

Turbilhão Carioca
Parque dos Patins, Lagoa
Horário: 10h

Pede Passagem
Rua Jardim Botânico, esquina com Pacheco Leão, Jardim Botânico
Horário: 10h

Sou Cheio de Amor
Avenida Atlântica, 2964, Copacabana
Horário: 11h

Banda Clube Nobre do Bairro Peixoto
Rua Siqueira Campos, esquina com Avenida Atlântica, Copacabana
Horário: 11h

Afoxé Raízes Africanas
Posto 6, Copacabana
Horário: 14h

Não Deixe o Rock Morrer
Rua Álvaro Ramos, Botafogo
Horário: 14h

Bandinha de Ipanema (Infantil)
Praça General Osório, Ipanema (a festa ocorre dentro da praça)
Horário: 14h30

Balança Meu Catete
Rua do Catete, 227, Catete
Horário: 15h

Boca Maldita
Rua Paula Freitas esquina com Atlântica, Copacabana
Horário: 15h

Estica do Flamengo
Praça Sandro Moreira, Flamengo
Horário: 16h

Afoxé Ylê Alá
Posto 6, Copacabana
Horário: 16h

Afoxé Filhos de Gandhi
Posto 6, Copacabana
Horário: 16h

Bloco de Segunda
Rua Marques, atrás da Cobal do Humaitá, Humaitá
Horário: 16h

Arteiros da Glória
Rua da Gloria em frente ao nº 190, Glória
Horário: 16h

Estica do Flamengo
Praça Sandro Moreira, Flamengo
Horário: 16h

Pega Rex Social Club
Praça Nossa Senhora da Paz, Ipanema
Horário: 16h

Coração das Crianças
Rua 4, Próximo à Estrada da Gávea, Rocinha
Horário: 18h

Grande Tijuca

Raízes do Varandão
Avenida 28 de Setembro 382, Vila Isabel
Horário: 16h

Balanço do Jamelão
Rua Botucatu, esquina com Rua Rosa e Silva, Andaraí
Horário: 16h

Barra, Recreio e Jacarepaguá

Deita, Mas não Dorme
Rua Caituba, Taquara
Horário: 14h

Banda do Riviera
Rua Rosalinda Brand, Condomínio Riviera, Barra
Horário: 15h

Divas do Recreio
Avenida Lúcio Costa 16,304 (Quiosque Terapia), Recreio
Horário: 15h

Grande Méier

Banda da Constança Barbosa – Galo do Méier
Rua Constança Barbosa, em frente ao nº 212, Méier
Horário: 15h

Chega Mais
Rua Padre Manoel da Nóbrega, Piedade
Horário: 15h30

Papo de Cachaça
Rua Dias da Cruz, nº 269, Méier
Horário: 16h

Zona norte

Raízes da Vila da Penha
Rua São João Gualberto, Vila da Penha
Horário: 13h

Chouriço Alegre
Beco Henedina, Oswaldo Cruz
Horário: 14h

Vem Comigo da Vila Kosmos
Rua Itacambira c/Av. Meritio, Vila Kosmos
Horário: 14h

Boi de Anchieta
Praça Nazaré, Anchieta
Horário: 16h

Amigos da Esquina de Madureira – Fla Esquina
Praça de Magno, Madureira
Horário: 16h

Banda da Penha
Largo da Rua Couto, Penha
Horário: 16h

Ciganas Feiticeiras de Olaria
Rua Paranhos, esquina com João Rego, Olaria
Horário: 17h

Cantinho do Urubu
Estrada do Portela, em frente ao nº 350, Madureira
Horário: 20h

Ilha do Governador

Polvo da Ilha
Praça Iaiá Garcia, Ribeira
Horário: 9h

Banda Inimigos da Bebida
Praça Comandante MEgé
Horário: 10h

Nova Geração do Zumbi
Rua Peixoto de Carvalho, esquina com Rua Serrão, Zumbi
Horário: 11h

Seca Copo
Rua Monjolos, 546, Pitangueiras
Horário: 13h

Acabou o Amor
Rua Domingos Mundin, em frente a Cedae
Horário: 18h

Zona Oeste

Lagarto Mama Campo Grande
Av. Glicinia com Estrada do Cabuçu, Campo Grande
Horário: 14h

Fúria de Bangu
Rua Boiobi, Bangu
Horário: 15h

Caldeirão do Coqueiro
Praça do Coqueiro, Santíssimo
Horário: 16h

Os 300
Largo da Tapiranga, Padre Miguel
Horário: 16h30

Vermelho e Preto Coirmãos
Rua Helianto, Padre Mgiuel
Horário: 17h

Alegria do São Bento
Rua Sidney, Padre Miguel
Horário: 17h

Tigres do Coqueito
Rua Barros de Alarcão – Praça São Pedro, Pedra de Guaratiba
Horário: 17h

Bloco do Boi Só Falta Você
Rua Barros de Alarcão – Praça São Pedro, Pedra de Guaratiba
Horário: 18h

Boêmios de Sepetiba
Praia de Sepetiba (Bar do Zezinho), Sepetiba
Horário: 18h

Virilha de Minhoca
Rua Fonseca, 1.078, Bangu
Horário: 18h

Confetes e Serpentinas
Onde: Praça Dr. Raul Capello Barrozo, Pedra de Guaratiba
Horário: 19h

Mocidade Unida de Magalhães Bastos
Estrada General Canrobert da Costa, esquina com Rua Carinhanha, Magalhães Bastos
Horário: 20h

Bloco Boêmios do Catruz
Praça Dr. Raul Capello Barrozo, Pedra de Guaratiba
Horário: 21h

Sambódromo será palco de desfile de grandes campeãs do Rio nesta segunda

O Grupo Especial do Rio vai levar hoje (12) e na madrugada desta terça-feira (13) para a Marquês de Sapucaí seis escolas que prometem uma disputa acirrada pelo título de campeã. O resultado, certamente será um espetáculo para o público.


Unidos da Tijuca

A Unidos da Tijuca leva aos foliões o enredo Um coração urbano: Miguel, o arcanjo das artes, saúda o povo e pede passagem.


Na homenagem a Miguel Falabella, a escola levará para o Sambódromo as diversas atividades deste artista que, além de ator, é diretor, escritor, produtor cultural e carnavalesco. Mesmo com todas essas atividades, Falabella encontrou tempo para se reunir com os carnavalescos da Unidos da Tijuca para contar sua história que, na avenida, começa pela sua infância na Ilha do Governador, bairro da zona norte do Rio.

Portela

Em um mundo onde são frequentes os casos de intolerância com os imigrantes, a Portela, uma das mais tradicionais escolas do Rio, será a segunda a entrar na avenida e vai cantar o enredo De Repente de Lá Pra Cá e Dirrepente de Cá Pra Lá, desenvolvido pela carnavalesca colecionadora de títulos, Rosa Magalhães.

A Azul e Branco da fronteira entre Madureira e Oswaldo Cruz, bairros da zona norte do Rio, vai falar da “vida incerta dos imigrantes”. Vai mostrar que judeus saíram de Portugal, fugindo de perseguição religiosa e vieram para o Brasil. Em terras brasileiras fundaram em Pernambuco, a primeira sinagoga das Américas. Mas novamente precisaram se mudar e o caminho foi Nova Amisterdã, nos Estados Unidos, que mais tarde passou a se chamar Nova York.

União da Ilha do Governador

Das agremiações que vão se apresentar hoje (12) apenas a União da Ilha do Governador ainda não conquistou um campeonato, mas tem confiança de que este ano vai ser diferente e aposta que o título chega em 2018. Com o enredo Brasil bom de boca, a Ilha vai desfilar os sabores e a riqueza da culinária brasileira.

O carnavalesco Severo Luzardo cotou com a assessoria da chefe Flávia Quaresma. Ela conta que, quando a notícia sobre o enredo da escola se espalhou, vários chefes de todo o país começaram a pedir para participar do desfile.

Acadêmicos do Salgueiro

A beleza de mulheres fortes e guerreiras africanas e brasileiras vai se espalhar pelo Sambódromo no desfile do Salgueiro. Uma das homenageadas será Xica da Silva, representada pela atriz Roberta Rodrigues.


Com o enredo Senhoras do ventre do mundo, o Salgueiro retoma os carnavais do passado que tiveram temas africanos. O carnavalesco Alex de Souza, que este ano estreia na escola, prometeu que diversos tipos de mulheres estarão representadas na avenida.

Imperatriz Leopoldinense

Com o enredo Uma Noite Real no Museu Nacional, a Imperatriz Leopoldinense vai destacar os 200 anos do museu criado em junho de 1818, por dom João VI e, dessa forma, apresentar novamente com uma tradição que marcou tantos desfiles do passado: a história de reis, rainhas, príncipes e princesas.


O carnavalesco Cahê Rodrigues acha que a verde e branco do bairro de Ramos, da zona da Leopoldina do Rio, vai dar visibilidade também para a necessidade de preservação do Museu Nacional, que passa por dificuldades com a falta de recursos.

Beija-Flor de Nilópolis

A Beija-Flor de Nilópolis vai encerrar as apresentações das escolas do Rio em 2018 com o enredo Monstro é aquele que não sabe amar. Os filhos abandonados da pátria que os pariu. A escola, que coleciona 13 títulos, quer saber quem é o verdadeiro monstro, uma criatura feita de remendos por um cientista ou ela mesma que foi abandonada pelo seu criador.

Aproveitando esta dúvida, que parte do romance de ficção e terror Frankenstein, de autoria de Mary Shelley, a Azul e Branco da Baixada Fluminense vai apontar quem está por trás das mazelas provocadas pelo preconceito, pela ganância e pela corrupção. Assim, mais uma vez, a escola entra na passarela do samba com um enredo crítico.